Governo do Distrito Federal
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8/01/20 às 10h14 - Atualizado em 8/01/20 às 10h14

GDF unifica ISS do setor de tecnologia, que passa a ser de 2%

O setor de Tecnologia da Informação (TI) do Distrito Federal comemora uma grande vitória neste mês de janeiro. O governador em exercício, Paco Britto, sancionou a lei que unifica o percentual do Imposto Sobre Serviços (ISS) para as empresas de TI do DF, na faixa de 2%.

 

Até então, o imposto oscilava de 2% a 5%, a depender do caso, o que gerava falta de competitividade para as muitas empresas de TI instaladas no DF.

 

Em diversas cidades, de vários estados, o ISS já estava fixado em 2%. Dessa forma, os empresários de fora disputavam licitações em situação de vantagem na comparação com as empresas do DF.

 

Aprovação da lei complementar

No fim de 2019, o deputado distrital Eduardo Pedrosa conseguiu a aprovação, na Câmara Legislativa, da legislação complementar à Lei Orgânica, agora vigente no DF.

 

O governador Ibaneis Rocha e o secretário de Economia, André Clemente, discutiram com o setor as vantagens dessa redução de imposto, o que proporcionou a sanção da lei.

 

Com a nova lei, os empresários do setor de tecnologia do DF poderão disputar os certames em igualdade de condições, resgatando oportunidades. Muitas empresas brasilienses, inclusive, chegaram a trabalhar com CNPJ de outros estados, mas agora ganham um incentivo para retornar ao DF.

 

E o setor acredita que outras empresas ampliarão os negócios e abrirão mais postos de trabalho, pois agora são mais competitivas.

 

Ibaneis compreendeu a importância da medida 

Presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor), Ricardo de Figueiredo Caldas comentou que o governador Ibaneis compreendeu a importância da medida e a incorporou ao seu plano de governo ainda durante o período de transição, “com a visão de que ajudará a impulsionar o setor de TI”.

 

O dirigente disse também que, no ano passado, o setor encontrou o apoio do deputado Eduardo Pedrosa, que, sensível à causa, elaborou projeto de lei complementar na Câmara Legislativa.

 

 

* Fonte: Agência Brasília/ Foto: Renato Araújo/Agência Brasília